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Polícia :: 2017-05-08 -17:49:00

Exames podem confirmar se Juliano matou jovem em Aguaí


 

A Polícia Civil de Aguaí, segundo apurou O MUNICIPIO, aguarda o resultado de alguns exames para concluir o inquérito sobre o assassinato de Alessandra dos Santos, de 21 anos, encontrada morta em 3 de fevereiro deste ano em um canavial naquele município.

Walmir Vaz Martins, conhecido na cidade como Juliano, foi preso como principal suspeito e, de acordo com informações obtidas pelo jornal, a sua prisão temporária de 30 dias foi pedida em razão dos fortes indícios que constam contra ele.

O acusado é bastante conhecido na cidade e tinha participação na política local. Foi, inclusive, presidente do PSDB de Aguaí, disputou eleições para vereador e ocupou cargos públicos, o que causou ainda mais surpresa na população.

 Juliano, que teria tido relacionamento com a vítima, segue preso na cadeia pública de São João e em breve a Polícia Civil deve ter a conclusão do caso.

PARA ENTENDER

 

Alessandra estava desaparecida desde o dia 19 de janeiro. A jovem foi encontrada morta em um canavial, na tarde de sexta-feira, dia 3 de fevereiro, em Aguaí.

O cadáver, já em adiantado estado de decomposição, foi encontrado por trabalhadores de um sítio que faziam manutenção no local. A Polícia Militar e a Perícia Técnica foram acionadas e o corpo levado ao IML – Instituto Médico Legal – de Mogi Guaçu.

Ela estava de vestido e calçando sandálias. As informações iniciais davam conta de que ela teria morrido por conta de tiros de arma de fogo levados na cabeça e nas pernas.

A ausência da jovem, a partir do dia 19 de janeiro, deixou os familiares preocupados. Pais, irmãos e amigos tentaram contato diversas vezes pelo celular, que estava desligado.

A família registrou boletim de ocorrência, no último dia 27 de janeiro, e uma campanha foi publicada nas redes sociais sobre o desaparecimento, rapidamente compartilhada pelos amigos.

A única informação que a família tinha é de que Alessandra iria para Analândia, distante a 75km de Aguaí, para trabalhar por três dias em um quiosque.

Como o cadáver apresentava marcas de violência, a Polícia Civil tratou o caso desde o início como homicídio.

Alessandra integrava um grupo de jovens da igreja evangélica e não tinha namorado. Filha de trabalhadores rurais, ela era a única mulher entre cinco irmãos. Gostava de jogar futebol e até defendeu a cidade em competições regionais.

Ela foi sepultada no dia 4 de fevereiro no cemitério municipal de Aguaí.

Polcia