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São João :: 2017-04-19 -11:12:00

Câmara quer fim de festas ‘rave’ e cobra mais fiscalização da prefeitura


Acabar com a realização de festas estilo rave na cidade e mais fiscalização da Prefeitura de São João em eventos noturnos no município foram temas debatidos por todos os vereadores, durante a sessão da última segunda-feira (17).
A questão foi trazida à tona ainda na última semana. Segundo os edis denunciaram, foi realizada uma rave em São João em que foi apreendida grande quantidade de entorpecentes e também jovens  entraram no local com documentos falsificados, os quais indicavam de maneira errada que os mesmos teriam mais de 18 anos. 
Com preocupação de que isso não se repita, os vereadores Leonildes Chaves (PHS), Bira (PR) e Gerson Araújo (PMDB) idealizaram um projeto para acabar com festas rave em São João da Boa Vista. Após grande debate na reunião, foi pedido sobrestamento (adiamento) de 15 dias para que o projeto seja melhor estruturado antes da votação. 
 
PRÓS E CONTRAS
O projeto já seria votado na sessão de segunda, entretanto, o adiamento foi pensado para que o documento fosse mais bem estruturado. 
Um dos problemas encontrados que levaram ao sobrestamento foi que o projeto determinava que as festas na cidade não poderiam ter mais de 12 horas de duração. Questão essa que, segundo temeram alguns vereadores, poderia gerar problemas na época de realização da EAPIC. 
Outra questão abordada foi a de melhor explicar os tipos de festas em São João. Os vereadores querem mais fiscalização da prefeitura em relação à liberação de alvarás.
“É preciso que haja segurança nos eventos. Não é permitido o uso de drogas no Brasil, mas vimos que nossos jovens têm entrado com entorpecentes nesses eventos. É preciso que tenha mais fiscalização nas festas para que isso não aconteça”, comentou Chaves. 
Claudinei Damalio (PTB) e Odair Pirinoto (PTB) não veem necessidade de impedir a realização desses eventos, mas também pedem que exista mais fiscalização nestes estilos de festas.  
“Nossos jovens têm poucas opções de lazer na cidade, por isso temos que cobrar fiscalização e não simplesmente acabar com as festas. É preciso mais rigidez na hora de fiscalizar e liberar o alvará para o evento para que não haja consumo de drogas”, alegou Pirinoto. 
 
So Joo