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Região :: 2017-01-27 -16:39:00

Caconde abre hoje o projeto O Som das Montanhas grátis


Mal assumiu a prefeitura de Caconde, o prefeito Zé Bento (PTB) já pôs em prática uma de suas metas: fortalecer ainda mais o turismo naquela estância climática. 
E atuando como diretor do Departamento de Cultura, Turismo e Educação, o maestro Agenor Ribeiro Netto traçou um plano ambicioso, recheado de eventos para os chamados públicos A e B. Batizado de ‘Som das Montanhas’, o evento terá – a princípio - três grandes apresentações musicais, cujo cenário é o Pico do Mirante de Caconde.
 
TRÊS EDIÇÕES
Situado a 1.200 metros de altitude, o local e as apresentações serão abertos ao público: “A nossa proposta é oferecer música de primeira linha, sempre aos sábados ao entardecer”, revela o maestro. Hoje acontecerá a primeira edição do ‘Som das Montanhas’, entre 16h e 18h, com o quarteto Jazz Mira tocando blues, jazz e mpb.
Um convidado especial intercalará música cantada, complementando o programa: o cantor e compositor Zé Alexandre, parceiro musical de Oswaldo Montenegro apresentará alguns dos sucessos que compôs com aquele artista.
No próximo sábado, dia 4 de fevereiro, no mesmo local e horário, o Jazz Mira volta, mas desta vez com a participação da poços-caldense Bomina. No encerramento da primeira temporada do ‘Som das Montanhas’, no dia 11 de fevereiro, quem se apresentará será a Orquestra Jazz Sinfônica sanjoanense, com seus 80 músicos sob a regência do maestro Agenor.
Além da música e do belo panorama natural nessas três edições, o público poderá apreciar exposição de quadros em óleo sobre tela e mostra de artesanato.
 
ORQUESTRA
No início de dezembro do ano passado, O MUNICIPIO ouviu o Maestro Agenor sobre a possibilidade de extinção da Orquestra Jazz Sinfônica, por falta de patrocínio. Fundada em 2010, ela é mantida por meio de leis de incentivo à cultura. 
Durante este período, empresas como Renovias e Bradesco contribuíram desta maneira para que o projeto pudesse ter continuidade, além da companhia elétrica AES Tietê, que foi a primeira apoiadora da Orquestra.
“A gente tem verba apenas para tocar a Orquestra até o mês de fevereiro. Depois disso, caso não consigamos mais apoio, infelizmente, teremos que encerrar as atividades”, lamenta o maestro Agenor.
 
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