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Geral :: 2016-11-18 -17:48:00

Após operação da Polícia Civil e MP, chefe da assessoria jurídica da Prefeitura pede afastamento


Hellen Falavigna ficará afastada do Jurídico por tempo indeterminado
 

A assessoria de imprensa da Prefeitura de São João da Boa Vista informou em nota, no fim da tarde desta sexta-feira, dia, 18, que a chefe da Assessoria Jurídica, Dra. Hellen Falavigna, solicitou o afastamento de suas funções, segundo ela, “para garantir a lisura e a transparência do processo”.

O prefeito Vanderlei Borges de Carvalho determinou abertura de comissão de sindicância para verificar o teor das denúncias anônimas que foram objeto da instauração de inquérito pelo Ministério Público.

Os fatos ocorreram por conta da diligência, realizada na última quinta-feira, dia 17, pelo Ministério Público e pela Polícia Civil nas dependências da Assessoria Jurídica do município e na residência de Hellen.

Matéria completa na edição deste sábado, dia 19, do jornal O Municipio.

 

PARA ENTENDER O CASO

A notícia de que o Ministério Público e a Polícia Civil fizeram operação dentro do Departamento Jurídico da Prefeitura, na casa e no escritório da Diretora, a advogada Hellen Falavigna, causou surpresa por toda a cidade.

Em pouco tempo a informação já era compartilhada pelas redes sociais.

O MUNICIPIO apurou que a operação ocorreu por volta das 13h30 e contou com a participação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), pois um dos locais que a Polícia e o MP apreenderam materiais foi no escritório da advogada.  

Na sede do Departamento, localizada na Rua Teófilo Ribeiro de Andrade, e na casa de Hellen mais materiais teriam sido apreendidos e levados para a delegacia da Polícia Civil.

Segundos informações, vários delegados participaram da ação, bem como o promotor de justiça Nelson de Barros O’Reylli Filho. 

Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela juíza da Vara Criminal Elani Mendes Marum.

O MUNICIPIO tentou contato com o MP e com a Polícia Civil em busca de mais detalhes, mas ninguém se manifestou em razão do processo correr em segredo de justiça.

O motivo da operação, de acordo com informações apuradas pelo jornal, seria por possíveis irregularidades cometidas pela diretora, entre elas algumas relacionadas a loteamentos e contratos.

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