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Saúde :: 2015-11-09 -10:21:00

Implantes dentários: solução eficaz para diversos problemas

Implantodontista sanjoanense fala sobre esta técnica, que permite devolver a função mastigatória e estética

Por Daniela Prado


Perder um ou mais dentes permanentes é sempre um problema difícil de lidar, seja pela falta que o dente fará na articulação bucal, seja pela auto estima, que pode ficar comprometida.

Contudo, em lugar das incômodas e polêmicas dentaduras de antigamente, já existe uma técnica, com maiores recursos, que permite resolver esta perda – o implante dentário.

Maria Odete Martins, que há 20 anos é especialista em periodontia e há 25, atua com prótese e estética, tendo se especializado em implantodontia, esclareceu algumas questões a respeito desta técnica ao O MUNICIPIO.

Função

“A implantodontia, com seus inúmeros recursos, permite devolver a função mastigatória e estética a muitos pacientes que perderam um ou vários elementos dentários, bem como a associação à próteses bem  adaptadas e cirurgias de enxertia gengival”, justifica Maria Odete.

Segundo a implantodontista, os recursos desta técnica se complementam para que se possa obter o melhor resultado estético e funcional para pessoas que se submetem ao implante.

O que é

Maria Odete esclarece que, quando se fala em implante dentário, trata-se de um componente, semelhante a um parafuso, confeccionado em titânio, com geometria de espirais e diâmetro diferentes. “O implantodontista seleciona o componente de acordo com o tipo de osso, espessura e defeito ósseo que o paciente apresenta, devolvendo não só a função, mas também a estética”, acrescenta ela.

Indicações

Os implantes dentários, como aponta a implantodontista, são indicados para substituir dentes perdidos, seja por extrações realizadas, acidentes sofridos, complicações endodônticas (canal) ou devido a perda óssea.

Contudo, não existem problemas de rejeição, apenas de indicação inadequada. “Qualquer pessoa pode se submeter à cirurgia para a instalação de um implante, desde que seja avaliada corretamente e para isso temos, muitas vezes, que lançar mão de recursos de imagem, como tomografias computadorizadas da área a ser operada, para que o diagnóstico seja o mais preciso possível e se possa realizar o procedimento com exatidão”, diz Maria Odete.

Quando há dificuldades

A implantodontista ressalta que, dentro da avaliação de cada caso, muitas vezes se depara com limitações, como por exemplo, a perda da estrutura óssea, em estado avançado, ou a perda de tecido gengival que, em algumas pessoas estájustamente em áreas altamente estéticas. “Nestes casos, precisamos recorrer a procedimentos complementares prévios ou realizados no momento da instalação do implante”, Maria Odete adverte.

E enfatiza que podem ser necessários enxertos ósseos em bloco, retirados do próprio paciente, do mento ou ramo da mandíbula, ou enxertos ósseos particulados, com membranas que podem ser compradas, sem necessidade de remoção cirúrgica de áreas doadoras. “Temos casos em que cirurgia de enxertia de gengiva se faz necessária, sempre buscando alcançar ou minimizar possíveis imitações que o paciente possa apresentar”, comenta.

Maria Odete também lembra que há casos de pacientes que apresentam doenças sistêmicas anteriores, como diabetes e doença periodontal, que precisam estar controladas ou inativas para que não haja comprometimento ou complicações em relação à instalação do implante. “Poder participar de todo esse processo me deixa especialmente realizada, pois  concilio com as especialidades que já tenho, as necessárias para poder oferecer o melhor em termos de reabilitação oral estética ao meus pacientes”, finaliza ela.

Sade