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Artigos :: 2016-07-20 -15:49:00

Contagem regressiva


(Foto: momentodabola.com)

 

Os jogos olímpicos no Brasil finalmente estão chegando e com ele, grandes atrações. A seleção americana de basquete, o jamaicano Usain Bolt, Michael Phelps, e a seleção brasileira de futebol masculino.

Muito se discutiu nas mesas de bar por aí, como seria uma seleção formada pelos principais jogadores de ataque da atualidade, independente de idade, e eis que finalmente a hora de vermos isso na prática está próxima. Renato Augusto, Gabriel Jesus, Gabigol e Neymar. Meu Deus! Se a defesa estiver entrosada, o que deve estar, já que será comandada pelo experiente Fernando Prass, e se houver uma criação razoável, esse ataque, sem dúvidas, resolve jogo, resolve essa medalha de ouro inédita para a seleção.

Claramente que o Neymar é a referência desse grupo, mas não podemos jogar sobre ele toda a responsabilidade, seja na vitória ou na derrota, pois agora, diferentemente da seleção principal, ele tem jogadores rápidos, habilidosos, inteligentes e decisivos ao seu lado.

Outro fator que contribui positivamente para que essa medalha venha, enfim, está em as outras seleções não mandarem seus principais atletas para os jogos. Isso também se deve, entre outras coisas, à realidade sócio-política que o Brasil atravessa. As pessoas têm medo de vir ao país para os jogos, sejam expectadores, atletas ou delegações completas. A iminente ameaça terrorista que o mundo vive diariamente, associados ao caos da segurança e infraestrutura como um todo, no Brasil, são indicadores que diferentemente da copa do mundo, que foi um sucesso, em termos esportivos, as olimpíadas correm sério risco de ser manchada por tragédias anunciadas, podendo até sobrepor o brilho dos atletas buscando seus objetivos.