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Artigos :: 2016-05-05 -11:08:00

Quem ri por último...


Desde que o São Paulo se classificou – aos trancos e barrancos – para a Libertadores, no final do Brasileirão 2015, muito se dizia que era o time mais fraco. O que só iria passear. O eliminado na primeira fase.

Os mesmos que diziam isso, apontavam Corinthians e Palmeiras como equipes a irem longe na competição. Com chances reais de título.

Um ficou na primeira fase, depois de perder duas vezes para o Nacional do Uruguai. O outro foi eliminado pelo mesmo algoz alviverde, adversário esse que foi até comemorado por “ser um time fraco”.

E, nos mesmos trancos e barrancos, o único paulista que chega às quartas-de-final é o São Paulo. Vem forte. Com camisa. E muita tradição.

Começou mal, é verdade. Mas tem um técnico que sabe jogar a Libertadores. Ou melhor, sabe construir bons resultados em casa para decidir fora. Foi assim que o fez com LDU e San Lorenzo.

Se vai fazer assim com o São Paulo, só os próximos jogos – diante do Atlético Mineiro – vão dizer. Mas já tem que ser respeitado e até “gorado” pelos rivais.

No papel, o Galo é mais time. Assim como eram River e Toluca. Além, é claro, de Corinthians e Palmeiras.

Mas quem ficou foi o São Paulo. E não foi por acaso!